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sábado, setembro 26, 2009

Desire

Se não fosse pela musica que desenhava a fumaça a sua frente, talvez fosse somente o gosto acre, das lembranças cortantes, que o faria dançar sobre o que parecia a sombra do que foi. Sentiria então o coração batendo, uma batida perfeita, essência da sua imperfeição.
Seus dedos ansiavam pela textura sedosa e gelada, suave sabor do caos, que prometia um novo dia de cores e cheiros, palavras e gestos. E sua garganta ardia diante da sede por tão alva pele, pelo melodioso perfume. Precisava matar a si mesmo no vermelho d'aqueles lábios, e viver no entre corte das respirações.
Beijo, palavra, beijo, beijo e palavra. E não saberia o que fazer, mas faria com a sinceridade dos que se apaixonam pela própria frieza sombria.

segunda-feira, julho 13, 2009

Desire

Deverá, este deserto, em breve consumir minha alma
Em breve, silenciar meus lábios
Assim como esta tempestade silencia meu rosto
Toma minhas lagrimas como sendo suas
Haverá luz em meus olhos na próxima aurora?

Imortalidade, um momento para sempre, para a eternidade

Deverá, esta noite, silenciar o eco dos meus passos
Em breve, consumir minha dor
Serão minhas ultimas palavras, linhas mal escritas
Irrompendo do que me tornei?
Repetirei eu milhares de mentiras
E haverei de tornar minha a culpa pela insensatez da fuga

You had my best
Outside of my death way
Unless I were fed it, my only way