E não há nada como o sentido
Reto e promiscuo da perda
Do que não se tem, não se pode ter
Tão belamente selvagem quanto o vento
Tão fascinantemente livre como um beijo
Não há nada que se possa fazer
Senão parar ao lado do estribo de sua montaria
E observar o horizonte, mesmo depois de vazio
Lembrando dos contornos desenhados pelos dedos
De um sonho curto perfumado de sândalo
Mostrando postagens com marcador Sândalo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sândalo. Mostrar todas as postagens
terça-feira, fevereiro 02, 2010
terça-feira, janeiro 05, 2010
Sândalo
Deixo-me perder num olhar para o céu
Sentindo o perfume das nuvens carregadas
Apreciando o acariciar do vento
Vou para longe de mim e não me importo
Talvez um dia eu tente novamente
Hoje eu só desejo a melodia da tempestade
Ou desenhar o horizonte com arrependimento
Em cores antigas e cheiro de sândalo
Simplesmente pela paixão pelo que é livre
Pela minha alma que esta longe daqui
Por amor ao reflexo na superfície do lago
E me deixo fascinar pela ressonância de cada palavra
Pelo ondular suave de cada gesto distante
Ritmados pelo som das folhas secas sob meus pés
Ou pelo olhar seguro para o negro abismo
E se por ele se faz a vastidão branca
Que seja simples e belo o crepúsculo
Sentindo o perfume das nuvens carregadas
Apreciando o acariciar do vento
Vou para longe de mim e não me importo
Talvez um dia eu tente novamente
Hoje eu só desejo a melodia da tempestade
Ou desenhar o horizonte com arrependimento
Em cores antigas e cheiro de sândalo
Simplesmente pela paixão pelo que é livre
Pela minha alma que esta longe daqui
Por amor ao reflexo na superfície do lago
E me deixo fascinar pela ressonância de cada palavra
Pelo ondular suave de cada gesto distante
Ritmados pelo som das folhas secas sob meus pés
Ou pelo olhar seguro para o negro abismo
E se por ele se faz a vastidão branca
Que seja simples e belo o crepúsculo
Assinar:
Postagens (Atom)
