E não há paixão, em mim, mais pura do que pela beleza
Na beleza dos mais simples detalhes, nas mais complexas formas
Nos olhos ou num olhar, na incerteza das próximas palavras
No vento, na tempestade furiosa, nas chamas e nas cinzas
Me apaixono pelo som de uma respiração, pelo seu ritmo
Pelos desenhos delicados de belos lábios, de sinceras palavras
Pela voz e pela textura da pele, melodia e perfume
Tanto quanto por um sorriso sincero, movimentos fluidos
E me perco em toques, gestos, nas sensações e nos pensamentos
Pois tão bela eh a profundidade, a garoa fria de uma manha de inverno
O som de folhas secas sob meus pés, num céu claro e estrelado
Complexa simplicidade da paixão que incendeia minha alma
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terça-feira, janeiro 26, 2010
quarta-feira, dezembro 23, 2009
Paixão
E me apaixono, simplesmente, furiosamente amo
E busco, pois não há perfume mais delicado
Tão pouco beleza mais sublime que o sabor do que é livre
Me entrego as sedosas linhas que desenham o caos
A melodiosa canção do que me fascina
E não busco motivo senão o próprio querer
Nem desejo mais do que apenas me deixar fascinar
Fazer do meu espírito livre o que ele bem entender
Seja viajar pelo desenho impetuoso de seus lábios
Ou cavalgar livremente ao som da melodia de sua voz
E há sinceridade nessa simplicidade controversa
O mais puro desejo de contemplar o que me é belo
O que queima minha alma com o desejo de vento no rosto
E sorrio porque vejo um jardim no mais profundo abismo
Posso sentir esse perfume colorido na mais densa escuridão
E nada mais importa senão o sentido que encontro nessa arte
Perfeita poesia que não pode ser descrita em qualquer traço
Apenas preenche minha alma, do caos faz tempestade
Da tempestade faz canção, um sorriso
E busco, pois não há perfume mais delicado
Tão pouco beleza mais sublime que o sabor do que é livre
Me entrego as sedosas linhas que desenham o caos
A melodiosa canção do que me fascina
E não busco motivo senão o próprio querer
Nem desejo mais do que apenas me deixar fascinar
Fazer do meu espírito livre o que ele bem entender
Seja viajar pelo desenho impetuoso de seus lábios
Ou cavalgar livremente ao som da melodia de sua voz
E há sinceridade nessa simplicidade controversa
O mais puro desejo de contemplar o que me é belo
O que queima minha alma com o desejo de vento no rosto
E sorrio porque vejo um jardim no mais profundo abismo
Posso sentir esse perfume colorido na mais densa escuridão
E nada mais importa senão o sentido que encontro nessa arte
Perfeita poesia que não pode ser descrita em qualquer traço
Apenas preenche minha alma, do caos faz tempestade
Da tempestade faz canção, um sorriso
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