quarta-feira, março 02, 2011

Trying, just a little bit harder

As vezes não importa quem somos, tão pouco importa o que fazemos... As coisas acontecem.
Por instinto alguns procuram quem culpar, outros procuram se culpar, mas não importa...
Perdoar parece fácil, as vezes fácil demais.
Esquecer, por outro lado... Evitar que a criatividade navegue por águas turbulentas.
Não importa.

sexta-feira, fevereiro 25, 2011

So Close

No faço questão ser ser uma prioridade, na verdade, pouco me importo. Eu não lhe dou o direito de me ter como opção. Não me terá para si, independente de como me veja, como me sinta, cheire, saboreie.
Eu estou aqui, pura e simplesmente, e nada alem disso. Alias, eu estou aqui neste momento, e o farei enquanto for possível e desejar que seja assim. O melhor que você pode é fazer com que eu sinta vontade de ficar, ou te lavar comigo... ou se você preferir, me fazer sentir vontade de partir, me afastar de você. Mas não existem garantias, a certeza morreu encerrada sobre as profundas camadas do meu egoísmo, arrogância e amor próprio.
Eu amo o que sou, eu amo o que faço e não existe paixão maior do que pela liberdade a qual me permiti.

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Sade

"Só me dirijo às pessoas capazes de me entender, e essas poderão ler-me sem perigo." 
(Marquês de Sade)

terça-feira, janeiro 18, 2011

Silêncio

E tentando encontrar meu lugar, celebrei o mais perverso sorriso
Ao som da decadência inoportuna, sedutora companheira
Embriaguei-me com seu perfume voraz e deixei-me consumir
Me permiti alimentar as chamas nas profundezas daquele olhar
Mergulhar na escuridão de um abismo dançante, sedoso
Uma canção do silencio que preenche minha alma
A anulação do ontem, comemorada pela incerteza do amanha
Mas somente tentava encontrar meu lugar

domingo, janeiro 16, 2011

Vazio

E se a renuncia a ouvir, no silencio, os próprios gritos vazios
Leva somente a mais um passo adentro da escuridão
Então eu fiquei aqui apenas com um bom livro, e talvez eu mesmo
Pois quem mais finge entender, nunca quis saber... nunca saberá

E se ando vazio, como o vazio que vejo, logo vem o amargo sabor do arrependimento
Mais uma noite em meio a mais uma multidão sem rosto
Ou ainda, mais um sorriso forçado pela manha, tentando ignorar o óbvio
Ainda assim eu continuo aqui, na maior parte do tempo... sem saber o que sentir

Mas, talvez, seja o medo que arrasta o ímpeto de novos planos para longe
Perceber que no final somente existe o interesse egoísta
O sentido deturpado de ações cada vez mais mascaradas
A superficialidade crescente que nos cerca e engole

E poderia não ser lamento, tortuoso, mais este minuto
Porem o certo nem sempre é o melhor, nem sempre faz sorrir
Do mesmo modo que o certo nem sempre existe
Nem sempre gostaríamos que existisse